“O homem alfa pode ser comparado a uma picanha, grande e mal passada, encarado por muitas como pecado e desejado por outras tantas. Se consumido em excesso, pode fazer mal ao coração e, por ser disputado no mercado, deve ser comido imediatamente. Já o homem beta é mais light, uma saladinha bem feita. À primeira vista, pode parecer insosso, porém, quando degustado com a devida atenção, é possível notar um sabor bem elaborado. O melhor é que pode ser apreciado por muito tempo, afinal, é leve e faz bem para a saúde. Porém, não agrada a qualquer uma, para perceber o tempero deste rapaz, é preciso comer sem pressa, reparando nos detalhes.” Comentário de Talita Xavier na reportagem de Nathalya Buracoff : “A vez do homem beta”.
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Pessoalmente me vejo como um cara na linha do homem beta. Gosto de cozinhar, tenho sensibilidade, sou um bom ouvinte. Por outro lado presencio certas preferências por “cafajestes”, pelo menos para aquelas relações passageiras. Como não sou muito afeito a relações passageiras, não me incomodo muito com isso.
Mas também não aprecio muito relações de dependência, e descobri que é característica do meu signo não me dar bem com quem se coloca como metade à espera de um príncipe encantado. E muito menos gosto de ser explorado como homem “amélia”.
Enfim, as relações entre homens e mulheres, nos nossos tempos, passam por novos e velhos desafios. A grande questão é descobrir o próprio caminho.


