Homem alfa ou homem beta?

Postado em Postagens com as tags , , , , em 12 09 2008 por semina

“O homem alfa pode ser comparado a uma picanha, grande e mal passada, encarado por muitas como pecado e desejado por outras tantas. Se consumido em excesso, pode fazer mal ao coração e, por ser disputado no mercado, deve ser comido imediatamente. Já o homem beta é mais light, uma saladinha bem feita. À primeira vista, pode parecer insosso, porém, quando degustado com a devida atenção, é possível notar um sabor bem elaborado. O melhor é que pode ser apreciado por muito tempo, afinal, é leve e faz bem para a saúde. Porém, não agrada a qualquer uma, para perceber o tempero deste rapaz, é preciso comer sem pressa, reparando nos detalhes.” Comentário de Talita Xavier na reportagem de Nathalya Buracoff : “A vez do homem beta”.

http://www.guiadasemana.com.br/noticias.asp?ID=15&cd_news=45683&cd_city=1

Pessoalmente me vejo como um cara na linha do homem beta. Gosto de cozinhar, tenho sensibilidade, sou um bom ouvinte. Por outro lado presencio certas preferências por “cafajestes”, pelo menos para aquelas relações passageiras. Como não sou muito afeito a relações passageiras, não me incomodo muito com isso.

Mas também não aprecio muito relações de dependência, e descobri que é característica do meu signo não me dar bem com quem se coloca como metade à espera de um príncipe encantado. E muito menos gosto de ser explorado como homem “amélia”.

Enfim, as relações entre homens e mulheres, nos nossos tempos, passam por novos e velhos desafios. A grande questão é descobrir o próprio caminho.

Ferramentas ‹ Pensando bem! — WordPress

Postado em 1 em 12 09 2008 por semina

Plantando árvores…

Postado em Postagens com as tags , , , , em 12 09 2008 por semina

Sempre gostei de escrever, longas cartas, dissertações filosóficas e outros escritos. A idéia de escrever um livro constantemente rodeou minhas intenções. Até participei da elaboração de um texto sobre o ensino da Física, quando era professor no ensino público em Santa Catarina. Mas, apesar dos muitos textos, publicações e outros escritos, ainda não cheguei perto da possibilidade de concretizar este sonho de escrever um livro.

Para escrever um livro é preciso ler muito, recomendação eternamente repetida pela maioria dos escritores. Sem dúvida a leitura tem sido um dos meus passatempos favoritos, ou uma atividade essencial, quando se pensa que no caminho dos estudos a leitura não pode ser deixada de lado. Hoje em dia, confesso, diminuí muito essa prática.

E para cumprir a célebre tríade:”plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro” e não necessariamente “viver da poesia”, falta justamente, escrever um livro.

Nos nossos tempos, plantar árvores tem sido a busca mais adequada, no sentido de preservar a natureza e ter uma atitude ecológicamente correta. É um contrasenso pensar que para publicar um livro muitas árvores devam ser cortadas. É claro que a coisa não é tão simples assim, porque a resposta poderia nos indicar um caminho falso, no qual a cultura e a publicação de livros seria uma afronta ao princípio de conservação da natureza.

Li por aí que para publicar uma única edição de domingo do Estado de São Paulo são necessárias 344 mil árvores. O número impressiona, visto que não temos idéia de quantas árvores são plantadas para compensar essas perdas. Mas é claro que as árvores em questão fazem parte de um processo de plantio comercial. Sempre fica a dúvida, será que uma coisa compensa a outra?

Neste sentido a reciclagem representa uma grande saída, visto que uma tonelada de aparas pode substituir quase 4m3 de madeira. A reciclagem evita a morte de cerca de 30 árvores. Para fabricar uma tonelada de papel no processo tradicional são necessários 100 mil litros de água. Se o papel é reciclado, bastam 2 mil litros.

Entra aqui uma outra necessidade básica, que quase nunca analisamos quando pensamos na fabricação de papel: a água. Elemento tão precioso para nossa existência que não nos permite sequer pensar na sua falta. No entanto, por sua abundância em nosso país e em nossa região, nos preocupamos muito pouco com o seu desperdício em nosso quotidiano.

Enfim, retornando ao assunto que motivou este texto, escrever é preciso, ler é preciso. Portanto, cuidar do planeta é fundamental, preservar os recursos naturais, reciclar. E aqui a tríade se encaixa: quem tem filhos, ou mesmo quem não têm, sabe que a educação é fundamental, educação para a preservação e para uma nova postura perante o mundo.

Assim todos esses temas: livros, árvores, filhos, escrever, ler, preservar, reciclar, educar, me colocam um grande desafio: é preciso começar, ou recomeçar. E é o que estou tentando fazer ao iniciar este blogg

Esquerda e direita

Postado em Sem assunto em 12 09 2008 por semina

” Aprecio quem começa à direita e ao longo da vida avança no sentido oposto. Em compensação, tenho medo, pânico, em relação a quem começa a se dizer de esquerda e termina à direita. “

Mino Carta em Blog do Mino

http://blogdomino.blig.ig.com.br/

Sobre a crise econômica

Postado em Sem assunto em 12 09 2008 por semina

“… Os ciclos de prosperidade recentes se basearam em fontes de energias poluentes e excluíram enormes parcelas de população pelo mundo afora. Isto tudo conduz a uma pergunta mais radical: não será possível pensar num outro tipo de sociabilidade em que a economia possa estar a serviço das necessidades reais das pessoas? Não é possível pensar uma economia sob controle social que radique as relações entre as pessoas na cooperação, partilha, complementaridade e solidariedade? Não é possível encontrar um modo democrático e igualitário de regulação da economia?” Manfredo Araújo de Oliveira, doutor em Filosofia e professor da UFC

O positivo da crise em Adital

Frases e fases 01

Postado em Sem assunto em 12 09 2008 por semina

 trecho de um texto do livro de Amyr Klink – Mar sem Fim: 
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.” Amyr Klink

Postado por Payakah nas frases mochileiras do Fórum Mochileiros

Em busca da Lua

Postado em Fotos em 12 09 2008 por semina



 












Rio São Jorge

Postado em Fotos em 12 09 2008 por semina

Pausa para contemplar…

Postado em Fotos em 12 09 2008 por semina